Game Gol

Você já conhece o GameGol?
O GameGol é um jogo de gerenciamento de futebol online. Genuinamente brasileiro, conquista seus treinadores graças ao completo mecanismo desenvolvido. Você começará criando uma equipe, nomeando seu estádio, estabelecendo suas escalações, evoluindo estruturas e, sobretudo, capacitando juniores e profissionais ao máximo desempenho através de treinamentos. No GameGol, você gerencia um clube desde seus primórdios enquanto várzea, passando pelos níveis amador e semi-profissional, até alcançar o tão sonhado profissionalismo, sempre duelando com adversários reais. Se sua preocupação é tempo, não se preocupe. Você não necessita dedicar-se durante horas diárias para vencer, pois o grande segredo está na definição de uma estratégia, bem como sua execução.

Cumprindo seu caráter social, você encontra o GameGol através de aplicativos nas redes ou pode acessá-lo com facilidade por meio de dispositivos móveis, quando quiser e aonde estiver. Neste sentido, a força da comunidade GameGol também se destaca, presente nas mais diversas ferramentas de interação. Com um Fórum movimentado, você sempre encontrará tr einadores experientes dispostos a dar aquela força inicial, ou mesmo jovens dirigentes, ansiosos por novas rivalidades. Como se não bastasse, aqui você irá encontrar centenas de clãs, que são parcerias entre usuários para ajuda e crescimento mútuos, disponibilizando guias e tabelas, ou mesmo aquela dica rápida para uso imediato. Em termos gerais, pode-se considerar a próxima relação entre treinadores/administração como diferencial. Mais do que simples gestores, os usuários do GameGol são desenvolvedores do crescimento deste que é um dos mais bem ajustados games do Brasil.

Junte-se a esta equipe!

No GameGol você não precisa esperar semanas para ver sua equipe entrar em campo, pois existem vários torneios diários que permitem uma sequência interessante de duelos. Para que se torne “vip”, a Federação GameGol disponibiliza o Passaporte GameGol, com o qual você ganha acesso gratuito a outros campeonatos, muitos deles valendo prêmios reais, além de muitos outros adicionais que tornam o jogo ainda mais legal. Ganhando partidas você aumenta seus sócios e torcida organizada, que ajudam seu clube a angariar mais recursos e assim poder investir em publicidade, estrutur as e contratações. O GameGol não é apenas um jogo de futebol, mas sim um mergulho nos bastidores do esporte mais popular do país, que não se faz só com a bola nos pés, mas sim com a consciência dos técnicos, precisão dos diregentes e conhecimento dos gestores.

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Preocupado em como iniciar sua jornada!? Fique tranqüilo!
Assim como nas confederações profissionais, no GameGol você precisa obter seu certificado de treinador, uma espécie de habilitação/reconhecimento que o permitirá ascender a categoria dos mais renomados mestres do jogo. E o mais legal está por vir, pois esta certificação será obtida através do cumprimento de metas com as quais você já começará sua trajetória de sucesso, aprendendo sobre o jogo e, efetivamente, divertindo-se com ele.

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Uma nova lenda pode estar surgindo! Eu acredito, e você!?

GameGol é um produto da O2 Games, conceituada empresa de desenvolvimento de sistemas e projetos de tecnologia avançada, fundada em 2005. Como objetivo, proporcionar entretenimento, conhecimento, diversão e informação através da internet e de jogos eletrônicos, abrangidos pelos conceitos de multimídia e gerenciamento.

O2 Games – Respire diversão!

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CBF divulga calendário; Seleção pode desfalcar clubes 15 vezes no Brasileiro

Brasileiro vai de 20 de maio a 2 de dezembro. São 15 rodadas próximas de compromissos internacionais, contando com os Jogos Olímpicos de Londres

A CBF divulgou no início da tarde desta sexta-feira o calendário das competições do futebol brasileiro de 2012. Os jogos da Seleção Brasileira seguirão sendo motivo para reclamações de técnicos e dirigentes de clubes na próxima temporada.

O Campeonato Brasileiro começa no dia 20 de maio e termina no dia 2 de dezembro. Neste período são 10 datas-Fifa, e mais dois dias reservados para o Superclássico das Américas. Há nove rodadas próximas destas datas. O campeonato também não para durante os Jogos Olímpicos, que tem datas reservadas de 25 de julho a 11 de agosto para o futebol. Os jogadores convocados para Londres devem desfalcar os clubes por seis rodadas neste período. Ou seja, um jogador como Neymar, com vaga nas seleções olímpica e principal, corre o risco de ficar longe de seu clube por até 15 rodadas.

Os campeonatos estaduais terão 23 datas, com início em 22 de janeiro e término em 13 de maio.

Mudanças nas séries C e D

A Série B irá de 19 de maio a 24 de novembro. Já as Séries C e D terão início adiantado para o primeiro semestre: respectivamente de 27 de maio a 7 de outubro, e 27 de maio a 30 de setembro.

A Copa do Brasil será dos dias 7 de março a 25 de julho.

Na Copa do Brasil de Futebol Feminino há duas mudanças: os jogos, que neste ano aconteceram às quintas-feiras, serão aos sábados. Além disso, a competição, antes no segundo semestre, passa a ser disputada no primeiro, de 3 de março a 12 de maio.

Brasil x Gana – Transmissão ao vivo

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Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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No mercadão da bola, investir em destaques da Série B é uma boa saída

Lista com nomes que têm se destacado na segunda divisão e podem ser apostas dos clubes da Série A

Na linha do bom, bonito e barato, investir em jogadores da Série B pode ser uma boa aposta para os times da Série A, ainda mais agora que a janela de transferências do exterior para o Brasil está fechada. Entre as revelações e os atletas que tentam dar a volta por cima na carreira, a segunda divisão é uma vitrine interessante para os clubes da elite.

Entre os jovens que têm se destacado na Série B, dois já receberam várias propostas: o zagueiro Rafael Toloi, do Goiás, e o meia Roni, do Criciúma. No caso do defensor, times como Fluminense, São Paulo e Inter sinalizaram com o interesse, mas o clube goiano faz jogo duro para liberar o jogador de 20 anos. Alguns meses mais novo, o apoiador também desperta a atenção e já teve seu nome ventilado por Bayer Leverkusen-ALE e Palmeiras.

Dar um passo atrás para depois dar dois na frente. Com esse pensamento, alguns jogadores rodados em clubes da Série A apostam na B como uma retomada na carreira. É o caso de Edno, por exemplo. Sem conseguir brilhar por Botafogo e Corinthians, o jogador da Portuguesa agora é o destaque da competição, segundo o comentarista Luiz Ademar, do SporTV.

– Além de ter qualidade técnica, ele tem jogado em posições diferentes, confundindo a marcação e se tornando ótima opção para a Portuguesa. Às vezes, o Edno começa como centroavante, depois recua um pouco e vira o quarto homem de meio de campo, para logo após assumir a função de segundo atacante. Dinâmico, o Edno é o cara da Série B até agora – considera.

Ponte dá aumento para tentar segurar os destaques

O que tem ajudado Edno é o bom time da Portuguesa, líder da competição. Mas, por incrível que pareça, na outra ponta da tabela um artilheiro também tem conseguido se destacar. Somália, ex-Fluminense, supera a péssima fase do Duque de Caxias. Dos 13 gols da equipe, sete foram dele. Antes da Série B, o atacante já havia brilhado nesta temporada, marcando nove gols no Campeonato Carioca, sendo o terceiro jogador com mais gols.

No entanto, quem manda no quesito gols é Ricardo de Jesus. O jogador da Ponte Preta já balançou a rede 11 vezes e tem recebido sondagens de alguns clubes, como Cruzeiro e Atlético-PR. O goleador tem seus direitos ligados ao CSKA, da Rússia, e pode deixar a Macaca em breve junto com outro jogador que tem chamado a atenção: o meia Renatinho, que pertence ao Coritiba e está emprestado. Os dois atletas receberam aumento salarial numa tentativa do clube de Campinas de segurá-los pelo menos até o fim da Série B.

Opções não faltam na segunda divisão e muita gente está de olho, como revelou dias atrás o técnico do Fluminense, Abel Braga.

– No sábado, observei pela TV um jogador interessante na Série B. Pedi maiores informações – declarou.

Entre os atacantes mais badalados da competição até agora está um ex-jogador do Corinthians, que se destacou no Campeonato Paulista pelo Mirassol e hoje veste a camisa do Barueri. O gol mais bonito da competição até agora foi de Marcelinho, de 21 anos, ao arrancar do meio de campo, deixar quatro adversários para trás e balançar a rede no melhor estilo Messi na vitória sobre o ASA.

As inscrições de novos jogadores da Série A estão liberadas até o dia 23 de setembro, véspera da 26ª rodada.

Confira alguns destaques da Série B, que surgem como boas apostas para clubes da A:

Inter passa a LDU e assume a liderança do ranking da Conmebol

Clube gaúcho abre mais de 30 pontos de vantagem. Atual campeão da Libertadores, Santos, em quarto, passa a ser o segundo melhor brasileiro

O Inter assumiu pela primeira vez a liderança do novo ranking da Conmebol, criado em maio e que até então era liderado pela LDU. A equipe colorada soma no momento 494,92 pontos, contra 461,07 dos equatorianos. Em terceiro vem o Estudiantes-ARG, com 453,42. Atual campeão da Libertadores, o Santos é o quarto, agora com 297,8 pontos.

O atual ranking da Conmebol conta apenas os desempenhos dos clubes nas últimas cinco temporadas e é atualizado semanalmente. No critério utilizado, vitórias, empates, classificações para fases seguintes e títulos conquistados contam pontos.

Confira os dez primeiros colocados:

1 – Internacional – 494,92 pontos
2 – LDU – 461,07
3 – Estudiantes – 453,42
4 – Santos – 297,8
5 – Cruzeiro – 297,4

6 – Libertad – 259,53
7 – Vélez Sarsfield – 255,44
8 – Independiente – 241,56
9 – São Paulo – 219,18
10 – Boca Juniors – 210,56

Icasa vence em Barueri, mas permanece na zona de rebaixamento

Verdão do Cariri fez boa apresentação, mas ainda não conseguiu sair da zona de rebaixamento na Série B

O Icasa de Marcio Bittencourt conseguiu vencer pela segunda vez fora de casa. Desta vez, o Verdão do Cariri foi até Barueri e derrotou o time paulista por 2 x 1.

A vitória alviverde levou o Icasa ao 12 pontos, no entanto, não foi suficiente para tirar o time da zona de rebaixamento, já que a equipe só ganhou uma posição. Já o Grêmio Barueri não conseguiu a repetir as boas atuações e perdeu a chance de vencer a terceira partida consecutiva. O time paulista perdeu a invencibilidade em casa e permanece com 13 pontos na 12ª colocação.

O Jogo

A partida começou fraca. Apesar de ter mais posse de bola, os donos da casa não conseguiam pressionar os visitantes. Melhor então para o Icasa que, aos 13 minutos, acerta a trave de Juninho com chute forte de Luiz Henrique.

Diego Palhinha, para o Icasa, também chegou bem aos 19 minutos, mas teve o chute defendido.

O estreante Robson Ponte foi o responsável pela melhor chance do Barueri na primeira etapa. Em jogada pelo meio, ele chegou cuhtando forte, mas o goleiro Marcelo Pitol fechou bem o ângulo.

O Barueri tinha mais posse de bola. Já o Icasa apostava nos contra-ataques. E foi em um deles que o Verdão abriu o placar. Aos 43 minutos, Janilson, em velocidade marcou o primeiro do Icasa.

Na segunda etapa, o Icasa aproveita a apatia do Barueri. Aos 2 minutos, Diego Palhinha cobra falta, Luiz Henrique desvia e quase marca o segundo gol.

Quem balançou as redes foi o próprio Diego Palhinha. Em mais um contra-ataque, o meia chuta bem e acerta o gol adversário.

A partida ficou dramática para os donos da casa que defendiam invencibilidade em seu território. O time paulista foi todo pra cima, mas não conseguia criar grandes chances. Só nos acréscimos do segundo tempo foi que Val Baiano descontou, após cruzamento da direita.

Na volta para casa, astros encontram um novo Campeonato Brasileiro

Ronaldinho, Liedson, Juninho e outros repatriados terão de se adaptar a uma competição transformada desde 2003, início dos pontos corridos

Eles saíram, rodaram o mundo, e encontraram a casa reformada. A edição de 2011 da principal competição do país tem como atrativo o retorno de nomes de impacto, como Ronaldinho Gaúcho, Luís Fabiano, Liedson, Juninho Pernambucano. Isso sem falar em outros cotados para voltar, como o zagueiro Juan, do Roma, e o meia Diego, do Wolfsburg. Todos terão de se adaptar a algumas peculiaridades do ‘novo’ Brasileirão. Nos pontos corridos daqui, clubes de tradição são rebaixados, favoritismos não se confirmam, a surpresa dá as caras rodada sim, rodada também. Basta dizer que há seis campeões diferentes em oito anos do novo formato.

Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, acostumou-se a estar na parte de cima da tabela na Espanha e na Itália. Depois de ser campeão espanhol duas vezes pelo Barcelona, além de jogar em uma pequena parte da recente conquista do Milan, o jogador disputará pela primeira vez uma competição brasileira com formato europeu. Em 2000, no último Brasileirão que disputou, seu Grêmio chegou até a semifinal depois de se classificar em décimo lugar na primeira fase. Uma recuperação que o modelo atual não permite. Hoje, chegar a novembro fora da zona da Libertadores com a camisa de um grande clube significa cobranças.

Neste ano, Ronaldinho defenderá um clube que é o retrato das oscilações típicas do Brasileirão. Campeão em 2009, o Flamengo lutou contra o rebaixamento até a penúltima rodada de 2010.

Para se ter uma ideia do choque que o astro enfrentará, nas taças erguidas pelo Barça nas temporadas 2004/2005 e 2005/2006, o Real Madrid era o único rival na luta pela conquista, como quase sempre. O terceiro colocado – respectivamente Villarreal e Valencia – não chegou nem perto de ameaçar. A diferença para esses “coadjuvantes de luxo” foi de 19 pontos em 2005 e 13 pontos em 2006. Um abismo que no Brasil só aconteceu uma vez nos pontos corridos, na primeira edição, quando o Cruzeiro alcançou 100 pontos contra 87 do Santos e 78 do São Paulo.

No ano passado, só dois pontos separaram o campeão Fluminense do terceiro colocado, o Corinthians (65 a 63). Em 2009, o Flamengo ergueu a taça com 67 pontos, dois a mais que Inter e São Paulo. Ronaldinho se diz confiante para encarar o equilíbrio da competição.

– Hoje em dia sou um dos mais velhos do grupo, é um momento diferente na minha carreira. E voltei ao Brasil com o objetivo de conquistar títulos. Vivo a expectativa de poder ajudar o Flamengo a fazer um excelente Campeonato Brasileiro como foi no Carioca – comenta, referindo-se ao recente título invicto.

Pentacampeão francês pelo Lyon, Juninho Pernambucano é outro que terá pela frente uma competição quase irreconhecível. O meia deixou o Vasco logo depois da conquista do Brasileiro de 2000, o quarto do clube. Com a mudança na contagem da CBF e os resultados dali em diante, o Vasco atualmente está atrás de Palmeiras (8), Santos (8), Flamengo (6) e São Paulo (6), além de ter a companhia do Corinthians na lista dos que têm quatro. Enquanto o Reizinho brilhava na França, São Januário se afastou das conquistas. Juninho tenta ajudar a mudar o incômodo retrospecto do clube nos pontos corridos. A melhor colocação foi o sexto lugar em 2006.

Em 2008, o Vasco foi rebaixado. Juntou-se ao grupo dos campeões nacionais que mudaram de divisão ao longo dos oito anos de pontos corridos – Bahia, Guarani, Grêmio, Corinthians, Coritiba e Atlético-MG foram os outros que sofreram.

Assim como Ronaldinho, Juninho está otimista para o desafio maior do que aquele que encontrou na França e no Qatar.

– Tecnicamente, o futebol brasileiro é muito melhor. O jogador que não gostar de treinar vai perder ritmo e sofrer com essa dificuldade. Mas não é o meu caso. Sempre gostei de treinar e o mais importante não é a quantidade de treinos, e sim a qualidade. Se você perguntar para quem trabalha comigo, todos vão dizer que eu posso jogar no futebol brasileiro. Mas o ideal é esperar e não falar antes – comenta.

Mudanças além da questão técnica

Além das reviravoltas na classificação ano a ano, as estrelas encontrarão um campeonato mais caro. Liedson, Juninho, Ronaldinho e Luís Fabiano deixaram o país numa época em que o maior salário nacional era o de Romário, que ganhava pouco mais de R$ 500 mil no Vasco em 2000 – valor que diminuiu para cerca de R$ 300 mil na transferência para o Fluminense. Hoje, quase todos os grandes clubes possuem pelo menos um jogador neste patamar. Fred, Neymar, Kleber, D’Alessandro, Felipe…não faltam exemplos de milionários da bola pelo país.

A administração, no entanto, ainda é de terceiro mundo. As dívidas crescem ano a ano. Passivos trabalhistas aumentam no ritmo das cobranças por resultados. Mas, às vezes, contratações certeiras salvam um ano. Foi o caso de Adriano no Flamengo em 2009. O atacante fez 19 gols na campanha do título. O Fluminense campeão de 2010 também estava longe de ser um time barato.

Pressionado depois da eliminação na Libertadores, o Corinthians investiu alto. Sem Adriano, machucado, o principal nome é Liédson. O atacante é outro iniciante no novo modelo de Brasileirão. Pegou só o começo da mudança de formato. Depois de ajudar o Flamengo a escapar do rebaixamento com 14 gols em 2002, foi seduzido por melhores perspectivas no Corinthians, vice-campeão naquele ano. Mas sua trajetória no Brasileirão de 2003 durou pouco. Foram 18 jogos e 10 gols. Partiu rapidamente para o Sporting. Nos sete anos de Campeonato Português, não foi campeão. Mas se manteve sempre entre os quatro primeiros. Um desempenho que, no Brasil, seria considerado invejável. Aqui, nenhum clube conseguiu se manter no topo de 2003 a 2010.

De todos os medalhões que voltam, Luís Fabiano é o mais “experiente” no modelo. Jogará no time do insatisfeito Rivaldo, outro sem conhecimento de causa quando o assunto é Brasileirão por pontos corridos. Já o Fabuloso tem uma breve história para contar neste formato. Com 30 gols, foi vice-artilheiro em 2003. Depois, transferiu-se para o Porto depois de cinco gols em oito jogos no primeiro turno da edição de 2004. Na época, o São Paulo ainda se preparava para virar a potência do tri em 2006/2007/2008. Agora, o atacante retorna com a responsabilidade de recuperar o prestígio do Tricolor, que ano passado ficou pela primeira vez fora da zona da Libertadores.

– Salvador eu não sou. Ninguém ganha sozinho. Conta com a ajuda de todos. Venho para contribuir e para fazer gol, que é o que eu sei fazer – comenta o Fabuloso.

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